STF determina suspensão de “penduricalhos” e devolução de valores milionários por juízes em sete estados

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a suspensão imediata de pagamentos de salários acima do teto constitucional e a devolução de “verbas exorbitantes” recebidas por magistrados. A decisão, proferida nesta quarta-feira (12), também foi acompanhada por entendimentos semelhantes dos ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes.

A medida atinge tribunais de sete estados: Maranhão, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Rio Grande do Norte, Paraná, Goiás e Rondônia.

O que diz a decisão

  • Limite de gastos: Conforme regra do plenário do STF, os chamados “penduricalhos” (verbas indenizatórias adicionais) não podem ultrapassar 70% do salário de um juiz no mês (sendo 35% para adicional por tempo de serviço e 35% para outras rubricas legais).
  • Pagamentos irregulares identificados: Moraes apontou o descumprimento contínuo das diretrizes da Corte, citando o pagamento indevido de auxílios, licenças compensatórias, gratificações administrativas e verbas extraordinárias para cargos de direção.
  • Casos extremos: Entre as irregularidades listadas estão pagamentos milionários, como um magistrado no Maranhão com previsão de receber mais de R$ 3,2 milhões em verbas rescisórias, além de juízes que receberam entre R$ 200 mil e R$ 554 mil em um único mês em estados como RJ, DF e RN.

Prazos estabelecidos

  • 72 horas: Prazo para que os tribunais enviem a lista completa dos magistrados beneficiados por pagamentos fora dos limites, com a exigência de devolução imediata dos valores excedentes.
  • 5 dias: Prazo para que os presidentes dos tribunais envolvidos comprovem documentalmente a suspensão dos pagamentos irregulares.

FONTE: ISTO É

locomonteiro@gmail.com

Escritor & Fundador

Sargento Aposentado da Polícia Militar, nascido em Campo Mourão, no ano de 1975, pai rasteleiro e mãe lavadeira, começou sua vida profissional como boia-fria, ofice-boy e aprendiz de datilografo e Radialista. Em 1997 entrou para a Polícia Militar do Paraná, onde atuou por mais de 26 anos, junto a equipe do Programa de prevenção contra as drogas-PROERD, chegando ao comando do Pelotão de Patrulha Escolar de Campo Mourão de 2019 a 2023, ano em que capacitou Profissionais da Educação contra os Ataques em Escola. De origem católica, é Ministro Eucarístico, Campista, atua nas Pastorais, Familiar e Judiciária. Casado há 28 anos com Ana Paula, com quem tem 02 filhos, Matheus e Vitor.
Claudio Monteiro é formado em Direito pela Faculdade Maringá, Pós Graduado em Gestão Publica e Direitos Humanos pela UEPG, e especialista em Direito Matrimonial Canônico pela PUC-MG.

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Assistente Juridico, Sargento Aposentado da PMPR, nascido em Campo Mourão, no ano de 1975, começou sua vida profissional como boia-fria, ofice-boy, aprendiz de datilografo, Radialista e Policial. Em 1997 entrou para a Polícia Militar do Paraná, onde atuou por mais de 26 anos,  junto a equipe do Programa de prevenção contra as drogas-PROERD, chegando ao comando do Pelotão de Patrulha Escolar de Campo Mourão de 2019 a 2023, ano em que capacitou Profissionais da Educação contra os Ataques em Escola. De origem católica, é Ministro Eucarístico, Campista, atua nas Pastorais, Familiar e Judiciária. Casado há 28 anos com Ana Paula, com quem tem 02 filhos, Matheus (in memorian) e Vitor Hugo.

 
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