Disputa pela guarda dos filhos é uma das linhas de investigação sobre morte de crianças no Paraná

Uma disputa judicial pela guarda dos filhos é uma das linhas de investigação da Polícia Civil para esclarecer a morte de duas crianças no Norte do Paraná. A mãe, Franciele Gawleta, foi presa na tarde de quarta-feira (4), em Itambaracá, após confessar, segundo a polícia, que matou os próprios filhos por sufocamento.

As vítimas foram identificadas como João Miguel Andrade, de 5 anos, e Heloíse Emanuelly Andrade, de 11 meses.

De acordo com as informações divulgadas, a mulher relatou aos policiais que utilizou um travesseiro para sufocar as duas crianças dentro da residência onde moravam, em Arapongas. Depois, colocou os corpos em um veículo e percorreu mais de 180 quilômetros até Itambaracá.

Os corpos foram encontrados na manhã de quarta-feira (4), dentro do automóvel, estacionado às margens de uma rodovia próxima à ponte sobre o Rio das Cinzas, entre Itambaracá e Bandeirantes.

Apesar da confissão, a motivação ainda não foi esclarecida oficialmente. Segundo as informações iniciais, Franciele enfrentava uma disputa judicial com o pai das crianças pela guarda dos filhos. A Polícia Civil deverá apurar se o conflito familiar teve relação com as mortes.

Questionada sobre o motivo do crime após a prisão, a mulher afirmou que teria agido para “proteger os filhos”. A declaração também será analisada pelos investigadores.

Antes de ser localizada, Franciele enviou mensagens de áudio a familiares dizendo que pretendia tirar a própria vida ao pular da ponte sobre o Rio das Cinzas. Bombeiros chegaram a realizar buscas no rio, mas policiais militares encontraram a mulher viva em uma propriedade rural de Itambaracá.

O delegado Denner Roque, responsável pelo caso, pretende ouvir testemunhas e aguarda os resultados dos exames periciais para esclarecer as circunstâncias das mortes.

Fonte: GMC Online, com informações da CBN Londrina.

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Sargento Aposentado da Polícia Militar, nascido em Campo Mourão, no ano de 1975, pai rasteleiro e mãe lavadeira, começou sua vida profissional como boia-fria, ofice-boy e aprendiz de datilografo e Radialista. Em 1997 entrou para a Polícia Militar do Paraná, onde atuou por mais de 26 anos, junto a equipe do Programa de prevenção contra as drogas-PROERD, chegando ao comando do Pelotão de Patrulha Escolar de Campo Mourão de 2019 a 2023, ano em que capacitou Profissionais da Educação contra os Ataques em Escola. De origem católica, é Ministro Eucarístico, Campista, atua nas Pastorais, Familiar e Judiciária. Casado há 28 anos com Ana Paula, com quem tem 02 filhos, Matheus e Vitor.
Claudio Monteiro é formado em Direito pela Faculdade Maringá, Pós Graduado em Gestão Publica e Direitos Humanos pela UEPG, e especialista em Direito Matrimonial Canônico pela PUC-MG.

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Advogado, Sargento Aposentado da PMPR, nascido em Campo Mourão, no ano de 1975, começou sua vida profissional como boia-fria, ofice-boy, aprendiz de datilografo, Radialista e Policial. Atuou por mais de 26 anos na PM,  junto a equipe do Programa de prevenção contra as drogas-PROERD, comandou o Pelotão de Patrulha Escolar , capacitou Profissionais da Educação contra os Ataques em Escola. De origem católica, é Ministro Eucarístico, Campista, atua nas Pastorais, Familiar e Judiciária. Casado há 30 anos com Ana Paula, com quem tem 02 filhos, Matheus (in memorian) e Vitor Hugo.

 
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