
Relatórios recentes de comitês do Congresso dos Estados Unidos, datados do início de março de 2026, revelam preocupação com a presença de infraestrutura chinesa na Bahia. O foco do alerta norte-americano é uma estação terrestre de satélites em Salvador, que estaria sendo operada pela empresa Beijing Tianlian Space em parceria com a brasileira Alya Space.
De acordo com os documentos, Washington levanta a suspeita de que a estação possua uso dual (civil e militar), servindo como ponto de monitoramento estratégico sem a devida transparência. O caso coloca o Brasil no centro da disputa de influência entre as duas superpotências na América Latina.
Diferenciação Estratégica Diferente das atividades aeroespaciais chinesas, os investimentos da Coreia do Sul na Bahia seguem um perfil estritamente comercial e tecnológico. Parcerias com o governo baiano em áreas de saúde e infraestrutura pública não foram alvo de questionamentos militares ou diplomáticos pelos EUA, desmentindo boatos sobre supostas bases coreanas na região.



