
CARACAS / NOVA YORK – Em uma operação militar de larga escala denominada “Resolução Absoluta”, as forças dos Estados Unidos capturaram o líder venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, na madrugada deste sábado (3). Após a detenção, o presidente Donald Trump confirmou que os EUA administrarão o país até que uma “transição segura” seja estabelecida.
A Operação

A ação, coordenada entre a CIA e o Departamento de Defesa, envolveu mais de 150 aeronaves e ataques simultâneos a pontos estratégicos, como a Base Aérea Generalíssimo Francisco de Miranda e o Forte Tiuna. Segundo o general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto, a inteligência americana monitorava os passos de Maduro há meses.
- Extração: Maduro foi retirado de Caracas por via aérea e transportado inicialmente ao porta-aviões USS Iwo Jima.
- Destino: No início da noite, o avião com o casal pousou na base Stewart Air National Guard, em Nova York.
- Acusações: Maduro já foi formalmente indiciado em solo americano por narcoterrorismo e outras infrações internacionais.
Governo de Transição
Em coletiva na Flórida, Donald Trump afirmou que os EUA não permitirão vácuo de poder. “Vamos governar o país até que possamos fazer uma transição adequada”, declarou o republicano, sem estabelecer um prazo para a desocupação.
Embora o Secretário de Estado, Marco Rubio, tenha citado contatos com a vice-presidente venezuelana Delcy Rodríguez, ela veio a público horas depois classificar a ação como “barbárie” e reafirmar a legitimidade de Maduro.
Situação em Caracas
A capital venezuelana registrou explosões e cortes de energia durante a madrugada. Relatos apontam aeronaves voando a baixa altitude e colunas de fumaça em instalações militares. Nas ruas, o clima é de polarização, com manifestações tanto de apoio à intervenção quanto de protesto contra a presença estrangeira.

Trump concluiu afirmando que os EUA estão “prontos” para novos ataques caso haja resistência, descrevendo a economia petrolífera local como um “fracasso” sob a gestão anterior.


