
O índice geral de infestação de dengue em Campo Mourão está 5,6 por cento, muito acima do aceitável pelo Ministério da Saúde, que é até 1 por cento. O índice configura alto risco e por isso a Secretaria Municipal de Saúde reforça o alerta à população sobre a importância dos cuidados básicos quanto a água parada, que favorece a proliferação do mosquito transmissor.
No ano passado foram confirmados 110 casos de dengue e 16 de Chikungunya no município. O período de altas temperaturas e chuvas constantes exige atenção redobrada. “O nosso trabalho de campo é contínuo, mas isso não é suficiente se cada morador da cidade não fizer sua parte”, enfatiza a coordenadora do trabalho, Marinalva Ferreira da Luz.
O monitoramento do mosquito Aedes aegypti é feito pela Secretaria Municipal de Saúde por meio de armadilhas denominadas ovitrampas, estratégia implantada pelo Ministério da Saúde que substitui o LIRA. As unidades são vistoriadas periodicamente pelos agentes de campo, contando e identificando a quantidade de ovos encontrados em cada ovitrampa. Esse dado representa a densidade do vetor nas áreas urbanas e permite que as ações de combate sejam direcionadas com maior precisão.
A nova metodologia tem permitido uma análise mais frequente da infestação e o redirecionamento das equipes para áreas com maior densidade do vetor. “Com o LIRA os agentes coletavam as larvas encontradas nos imóveis. Com as ovitrampas são trazidos ovos do mosquito, que além de servir para gerenciar o trabalho, são retirados do ambiente impedindo sua eclosão”, esclarece Marinalva.
Manter os cuidados preventivos é fundamental. Eliminar qualquer recipiente que possa acumular água parada, como potes, garrafas, tampas e baldes é uma das principais medidas de prevenção. É importante tampar caixas d’água, limpar calhas e ralos com frequência, colocar areia nos pratos de plantas, assim como manter quintais e jardins limpos, evitando o acúmulo de lixo e entulhos.
A Vigilância em Saúde reforça que a legislação prevê punição com multa e até processo judicial contra proprietários de imóveis notificados que não tomarem providências para eliminação de focos.
Saúde alerta: dengue está com alto índice em Campo Mourão
O índice geral de infestação de dengue em Campo Mourão está 5,6 por cento, muito acima do aceitável pelo Ministério da Saúde, que é até 1 por cento. O índice configura alto risco e por isso a Secretaria Municipal de Saúde reforça o alerta à população sobre a importância dos cuidados básicos quanto a água parada, que favorece a proliferação do mosquito transmissor.
No ano passado foram confirmados 110 casos de dengue e 16 de Chikungunya no município. O período de altas temperaturas e chuvas constantes exige atenção redobrada. “O nosso trabalho de campo é contínuo, mas isso não é suficiente se cada morador da cidade não fizer sua parte”, enfatiza a coordenadora do trabalho, Marinalva Ferreira da Luz.
O monitoramento do mosquito Aedes aegypti é feito pela Secretaria Municipal de Saúde por meio de armadilhas denominadas ovitrampas, estratégia implantada pelo Ministério da Saúde que substitui o LIRA. As unidades são vistoriadas periodicamente pelos agentes de campo, contando e identificando a quantidade de ovos encontrados em cada ovitrampa. Esse dado representa a densidade do vetor nas áreas urbanas e permite que as ações de combate sejam direcionadas com maior precisão.
A nova metodologia tem permitido uma análise mais frequente da infestação e o redirecionamento das equipes para áreas com maior densidade do vetor. “Com o LIRA os agentes coletavam as larvas encontradas nos imóveis. Com as ovitrampas são trazidos ovos do mosquito, que além de servir para gerenciar o trabalho, são retirados do ambiente impedindo sua eclosão”, esclarece Marinalva.
Manter os cuidados preventivos é fundamental. Eliminar qualquer recipiente que possa acumular água parada, como potes, garrafas, tampas e baldes é uma das principais medidas de prevenção. É importante tampar caixas d’água, limpar calhas e ralos com frequência, colocar areia nos pratos de plantas, assim como manter quintais e jardins limpos, evitando o acúmulo de lixo e entulhos.
A Vigilância em Saúde reforça que a legislação prevê punição com multa e até processo judicial contra proprietários de imóveis notificados que não tomarem providências para eliminação de focos.

